"O instituto de pesquisas do jornal, o Datafolha,
'anteriormente' fazia estimativas do número de participantes dos protestos
contra Dilma e a favor do impeachment, e algumas vezes eles até conflitaram com
os números da PM ou com os dos organizadores. Agora, o Datafolha ficou de folga
no domingo e não foi conferir quantos eram 'os 40 ou 50 que quebram carro', no
dizer de Temer", cobra Tereza Cruvinel; ela também critica editorial da
Folha que pediu a repressão da PM contra quem chamou de "fascistas";
os black-blocs, porém, lembra Tereza, "são claramente infiltrados por
forças interessadas em criminalizar as manifestações"; ela diz também que
"'anteriormente, o destaque [na capa do jornal] seria para os 'milhares',
se o alvo do protesto fosse o governo deposto", mas a Folha escolheu
"um assunto aparentemente positivo para o governo Temer"

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