"Na disputa pela presidência da Câmara, o Planalto não
apenas desidratou a candidatura do peemedebista Marcelo de Castro, que tinha o
apoio do PT, como limou todos os candidatos do chamado Centrão, a começar de
Rogério Rosso, do PSD, o candidato de Eduardo Cunha. Pois Cunha também será
descartado juntamente com as buchas de canhão que serviram ao golpe mas que
agora serão apenas massa de manobra"; a afirmação é da colunista do 247,
Tereza Cruvinel; ela pontua que o PMDB "está ressentido", mas frisa
que é o centrão, formado por partidos como PP, PR, PT, PRB e assemelhados, que sentiu mais fortemente o golpe;
"Nesta geleia geral, o baixo clero voltará para seu lugar e o PMDB
continuará sendo coadjuvante de um governo que será efetivamente conduzido pelo
grupo palaciano, pelo DEM e pelo PSDB. Este é o sentido mais perverso do golpe.
Os que perderam a eleição presidencial chegaram ao governo sem voto e vão
governar sem voto", complementou

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