O plano de socorro aos Correios,
ancorado em um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia soberana, tornou-se a
saída de emergência para uma crise gestada por anos e que o governo de Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) hesitou em reconhecer.
Para além da chamada “taxa das
blusinhas” (a cobrança de impostos sobre encomendas internacionais de até US$
50 que, de fato, desfalcou suas receitas), a empresa já vinha penando com a
deterioração de suas operações e com o descontrole sobre ações judiciais que
impactam o caixa da companhia. Enquanto isso, continuou aumentando despesas. Mais.
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