Grandes empresários brasileiros
facilitaram contatos entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald
Trump, ajudando a pavimentar o caminho para os acenos feitos pelo republicano
ao petista nesta terça-feira (23), durante a Assembleia-Geral da ONU.
Segundo interlocutores que
acompanharam o processo, a atuação de gigantes como a Embraer (empresa da qual
o governo é acionista) e a JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, contribuiu
para fortalecer, dentro da gestão Trump, a ala que defende uma negociação
focada no comércio, e não em questões políticas, entre EUA e Brasil. Mais.
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