Por Fernando Brito
Deve ser saudada – e muito – a decisão do Brasil de investir
na possibilidade de que a vacina criada pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, através da Biomanguinhos, braço industrial da Fundação Oswaldo Cruz, há
décadas uma ilha de excelência da pesquisa em Saúde no Brasil.
Não é procedente o argumento de que a vacina não chegou a
ter a sua eficiência plenamente atestada e, possivelmente, não a terá mesmo
depois de poder ser aplicada maciçamente na população, porque isso levará um
ano ou mais, até que se verifique, na prática, que ela impede a contração da
doença. MAIS
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