Um grupo de advogados cuja maioria tem clientes investigados
na Lava Jato vai se reunir na segunda-feira segunda (6) para discutir a criação
de um instituto para reagir ao que eles consideram 'ataques' dos responsáveis
pela operação contra as garantias legais que asseguram as condições do
exercício do direito de defesa; o estopim que fez com que o debate ganhasse
ares de urgência foi a autorização dada pelo juiz federal Sérgio Moro para
interceptação de telefones do escritório de Cristiano Zanin, advogado do
ex-presidente Lula, entre fevereiro e março de 2016; o sigilo das conversas
entre advogados e clientes é garantido por lei.

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