"As propinas seriam referentes obras das linhas 2 Verde
e 4 Amarela do Metrô de São Paulo, conforme documentos apreendidos pela Polícia
Federal em ações de busca que identificaram o codinome 'santo' em anotações e
mensagens de executivos da Odebrecht. Mensagem enviada pelo então diretor da
Odebrecht responsável pelo contrato da Linha 4 do Metrô, Marcio Pellegrini,
solicitava pagamento de R$ 500 mil para 'ajuda de campanha com vistas a nossos
interesses locais'”, relata Fernando Brito, editor do Tijolaço; o santo, claro,
é ele mesmo: Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, pelo PSDB

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