"A ordem pública brasileira vem sendo ameaçada
sistematicamente por aqueles que deveriam protegê-la", diz o texto
assinado por nomes como Luiz Gonzaga Belluzo, Maria da Conceição Tavares,
Marilena Chauí, Luiz Carlos Bresser Pereira, Eleonora Menicucci, Ladislaw
Dowbor e dezenas de intelectuais; "Quando o espetáculo da acusação sem
prova e da condução sem intimação é exibido deliberadamente por agentes da lei,
na persecução de objetivos estranhos à ordem jurídica e da publicidade sem
limites, a cultura da arbitrariedade expõe suas entranhas", afirmam;
"Quem vai limitar a arbitrariedade da força-tarefa da Operação Lava-Jato e
do juiz Sérgio Moro?"

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