Por Fernando Brito
É que o Ministro Ricardo Lewandowski estava de plantão no
Supremo e desarmou a armação, da qual a gente ficou sabendo hoje pelo Estadão.
Na guerra pelo comando do PMDB, o Governador do Rio, Luís
Fernando Pezão, convocou, como é seu direito, um deputado da coligação formada
nas eleições do ano passado para assumir uma Secretaria e, com isso, abrir vaga
para que Atila Nunes, suplente do partido, assumisse.
Coisa mais que corriqueira na política.
Só que o Eduardo Cunha, interessado – junto com Michel
Temer, assinale-se – em deter o controle da bancada peemedebista, recusou-se a
dar posse ao suplente Átila Nunes sob o argumento de que ele é vereador no Rio
de Janeiro e, portanto, não poderia assumir a menos que renunciasse ao mandato.
Cunha, mesmo com o seu recente implante capilar, está careca
de saber que pode.

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