A Comissão de Ética do Conselho de Arquitetura e urbanismo
da Bahia (CAU-BA), se reuniu nesta segunda-feira (09), para discutir os
processos de natureza ética oriundos do CREA – Conselho Regional de Engenharia
e Agronomia. No total são 19 processos que começam a ser analisados pelo
Conselho. Eles discutiram também as
ações que estão sendo implantadas para a criação de uma carta de princípios
éticos e do Código de Ética da categoria.
São seminários e eventos marcados em todos os estados
brasileiros que vão discutir, cuidadosamente, a redação de um código de ética adequado à arquitetura e sintonizado
com o Código de ética da União
Internacional de Arquitetos –UIA, com o que há de mais atual em colegiados
europeus. Conforme o coordenador da Comissão de Ética do CAU-BA, arquiteto Guivaldo D’Alexandria Baptista,
será uma discussão ampla com audiência e consulta pública.
A meta do CAU é apresentar o documento até o final de 2013
quando será debatido entre arquitetos e colegiados em seminário nacional.
Enquanto não existe o código próprio dos arquitetos, todos os processos serão
analisados com base na Lei 12378/2010 e na Lei
Federal 9784/99 que rege os
processos administrativos.
O CAU-BA, segundo Guivaldo Baptista, já está programando os
seminários e encontros regionais com vistas a discutir uma política de ética
para Conselho na Bahia e, a partir daí formatar o documento estadual que vai
contribuir com a elaboração do Código de Ética dos arquitetos e urbanistas.
“Será um documento feito a partir das diversas discussões com a categoria e a
sociedade civil”, diz o arquiteto.
Na Bahia são cerca de 4 mil arquitetos associados ao Conselho e apenas 19 processos de natureza ética. O coordenador da Comissão de ética, considera um número pequeno. “Claro que o ideal é que não exista nenhuma atitude profissional que fira à ética. Mas considerando o número de associados, e que estamos entre os sete maiores conselhos da Brasil, é um número pequeno”, diz
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