terça-feira, 18 de julho de 2017

O DEVER DE ENFRENTAR

Por Fernando Brito

Nada de muitos borzeguins ao leito, senhores e senhoras.

Temos um ponto de virada neste processo de brutalização do Brasil e ele está nas urnas de 2018.

Se elas não vierem ou se nelas triunfar a extrema-direita, acabaremos de escorregar no barranco da selvageria  por onde desliza hoje o Brasil.

Estamos pagando o preço de discussões de “minorias” que nos alienam de sermos um povo que caminhava com alegria para a aceitação de todos para uma horda de ferozes que não aceita nada que não seja suas próprias verdades.

Os brutamontes, os imbecis, os moralistas também as têm e, pode crer, precisam argumentar bem pouco por elas, se é que precisam argumentar algo.

Minha ideologia de gênero, neste momento, é só uma, a do gênero humano. Aquela que me faz reconhecer, em qualquer um, um ser humano como eu, dono de sua vida pessoal, para fazer dela o que bem quiser, desde que não maltrate o outro.

Nada além do que dizia minha velha avó: seu direito termina onde começa o do vizinho.


Meu conceito de honra é uma prática de vida, não um discurso. Este, deixo este aos cínicos.

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